
Envolve a realização de provas de ativação como abrir e fechar os olhos, respiração profunda (hiperpneia) e estímulos luminosos (fotoestimulação intermitente). Estas provas ajudam a evidenciar alterações que podem não aparecer em repouso.

O exame registra a atividade cerebral enquanto o paciente está acordado e também durante o sono. Essa combinação aumenta a chance de se identificarem alterações que podem não aparecer em apenas um dos estados. Idealmente realizado sob sono espontâneo, pode ser induzido por privação de sono ou sedativos apropriados.

O exame associa o registro da atividade cerebral (eletroencefalograma) com a gravação do paciente em vídeo, permitindo correlacionar as manifestações clínicas com o registro eletroencefalográfico do paciente de forma sincronizada.

O registro é feito por um período maior, de 1 a 6 horas, aumentando a precisão do exame e a chance de se detectarem alterações intermitentes.

Realizado por períodos de 12, 24, 48 horas ou mais. Método fundamental no acompanhamento do tratamento de estado de mal epiléptico ou para a definição da área cerebral onde se iniciam as crises com finalidade de tratamento cirúrgico. Ambas as indicações, tipicamente ocorrem em ambiente hospitalar.



